Brasileiro mantém qualidade de produtos para cabelo mesmo em época de recessão

O cabelo chama muito a atenção no visual de qualquer pessoa, pois ele contorna a face e o formato da cabeça, podendo aperfeiçoar a boa aparência, deixando uma marca registrada no perfil de um indivíduo. Se o cabelo é bonito e harmonioso, os fios deixam de ser apenas mais um detalhe na composição, e se tornam um chamariz na atenção dos interlocutores e de quem simplesmente observa. Essa parte “charmosa” do corpo é, por sua vez, a que exige mais tempo e esforço no ritual de beleza entre os brasileiros.

Além da rotina diária dos shampoos, dos condicionadores, dos secadores, das chapinhas ou das escovas modeladoras, outras práticas comuns adotadas são as idas semanais, quinzenais ou mensais ao cabelereiro, e intervenções como alisamentos e colorações. Segundo uma pesquisa de uma marca* de cosméticos, mais da metade das mulheres entrevistadas (58%) está com o cabelo diferente do natural, principalmente as casadas.

O estado do cabelo é tão importante para o universo feminino que esta pesquisa também constatou que nove em cada dez mulheres garantem que se sentem mais confiantes se as madeixas estiverem em ordem. Prova de que se o cabelo está bom, a autoestima é elevada; mas se estiver ruim, pode baixar.

Na pesquisa sobre cuidados, 72% afirmam gostar de cuidar dos cabelos. E para 37% delas, ir ao salão é uma necessidade. Essa paixão pelo cabelo leva as brasileiras a gastarem mais com cabelo do que com qualquer outra coisa. Mesmo em época de recessão, o consumo com produtos e serviços para o cabelo não apresentam uma queda acentuada nas vendas, e a previsão para esse mercado da vaidade é de crescimento.

Entre os principais gastos para os cabelos, estão shampoos, condicionadores, tinturas, coloração, escova progressiva, tratamentos e hidratação. O que se percebe é que os brasileiros apenas mudaram de atitude ao consumir e, ao adquirir – por exemplo – aqueles produtos que são perfeitos para as suas madeixas, estão pesquisando mais. A busca é sempre pela melhor oferta daquela “marca de estimação”, mas mesmo quando não encontra o cosmético desejado pelo valor ideal, substitui por similares, de preferência com formulação, funcionalidade e qualidade similares.