CCR ViaOeste e CCR RodoAnel registram diminuição na quantidade de lixo retirada das rodovias em 2016

A CCR ViaOeste e CCR RodoAnel recolheram 601 toneladas de lixo do Sistema Castello-Raposo e Trecho Oeste do RodoAnel em 2016. O total representa uma queda de cerca de 31% em relação ao coletado no mesmo período de 2015, quando foram coletadas 914 toneladas.

Os resíduos, em sua maior parte, são pequenos objetos jogados pelos usuários como papéis, latas de refrigerante, copos, garrafas de plástico, entre outros. No entanto, a concessionária também retira materiais de grande porte – como restos de construção civil, móveis e eletrodomésticos – abandonados de forma clandestina na faixa de domínio.

“Boa parte deste resultado foi alcançado pela conscientização dos usuários sobre os problemas que o descarte de lixo nas rodovias causa para as pessoas que transitam e comunidades próximas”, explica gestora de SGI da CCR ViaOeste, Egle Humphreys.

Mutirão contra Dengue, Zika e Chikungunya

Hoje, 29, as concessionárias de rodovias estaduais paulistas realizam mutirão para recolher lixo e eliminar focos de larvas do mosquito da dengue, zika e chikungunya. As concessionárias já têm equipes que fazem esse trabalho regularmente, porém, nessa ação especial incentivada pela ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) o trabalho será intensificado para eliminar possíveis criadouros do mosquito e também conscientizar os usuários das rodovias sobre o descarte irregular de lixo na estrada.

Nós temos um plano

As concessionárias CCR RodoAnel e CCR ViaOeste possuem um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, atendendo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e dão a destinação correta aos materiais administrativos e gerados na operação da rodovia.

Todo material recolhido é encaminhado para cooperativas de reciclagem e locais de destinação licenciados. “Retiramos das nossas rodovias uma quantidade expressiva de resíduos depositados de forma irregular. Para o cumprimento da PNRS e a gestão dos resíduos sólidos é fundamental a participação conjunta da Concessionária, comunidade lindeira, poder público e de nossos usuários, evitando o descarte inadequado”, comenta Egle.