“Os criminosos teriam descoberto que ela estava repassando as informações que tinha à polícia e executado Amanda” diz reportagem

Desaparecida desde o dia 12, a osasquense Amanda Palha, de 26 anos, mãe de quatro filhos, pode ter sido morta por criminosos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) em um “tribunal do crime” por desconfiarem que ela teria repassando informações à polícia e a acusarem de traição. É o que afirmou uma testemunha ao “Cidade Alerta”, da Record.

“Os criminosos teriam descoberto que ela estava repassando as informações que tinha à polícia e executado Amanda”, diz reportagem exibida nesta quarta-feira (21).

Amanda é ex-namorada de um traficante conhecido ligado ao PCC morto no mês passado em uma troca de tiros com a Rota. Recentemente ela iniciou um novo relacionamento.

No dia 12, ela saiu de casa, em Osasco, dizendo que voltaria logo, entrou em um polo sedan de cor chumbo e desapareceu. O celular dela foi rastreado pela última vez na comunidade da Arábia, na região do Jaraguá, zona Norte de São Paulo, onde o ex-namorado dela comandava o tráfico até a sua morte.

O sumiço de Amanda é investigado pela Polícia Civil de Osasco.  Após uma denúncia anônima de que Amanda teria sido vista na favela da Arábia pedindo socorro, equipes do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Polícia Civil, realizaram buscas nos últimos dias com a ajuda de cães farejadores, mas nada foi encontrado.

A família procurou a osasquense em unidades de saúde da região onde o celular dela foi rastreado pela última vez e não conseguiu localizá-la.

A família procurou a osasquense em unidades de saúde da região onde o celular dela foi rastreado pela última vez e não conseguiu localizá-la.

 

Visão Oeste

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